O que será de 2010? Seria muito fácil pra mim escrever aqui as minhas vontades, os meus desejos, os meus planos para o ano que chega. Mas não, quero que as espectativas permaneçam na minha cabeça e no meu coração. Não quero planejar de maneira palpável, visível... Deixo os planos na minha cabeça. E espero que se concretizem.
Mas um dos meus desejos para 2010, que gostaria de expressar, é o de ter você. Não queria mais te querer, mas quero. Não queria mais pensar em você, mas penso. Sabe qual o motivo de te querer tanto? Teimosia. É, como você mesmo disse, eu sou ariano. Adoro conquistar. Se não consigo conquistar de um jeito, tento de outro. Sei que quero. E não sei porque, mas sinto que você também quer. Sei lá, eu sinto. Acho que nem você mesmo sabe que quer, mas acho que você quer. Você quer ser conquistado. E tenho certeza que ninguém te trataria de maneira tão especial quanto eu trato, e pretendo continuar tratando, com algumas ressalvas.
Enfim, espero que 2010 me dê tudo aquilo que espero, e claro, que eu consiga conquistar tudo o que pretendo conquistar.
Feliz Ano Novo a todos!
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Virtuoso? Eu? Será?
Às vezes páro pra pensar... Será que eu sou um virtuoso, um santo, em meio a filhos-da-puta, desumanos e frios, ou será que eu sou somente um falso bonzinho? Será que sou tão podre quanto os outros, mas consigo, de alguma forma milagrosa, camuflar este caráter podre e vil? Caráter este que parece ser característica comum a tantas pessoas que me rodeiam?
Pertenço à uma raça de filhos-da-puta. Os virtuosos - como eu(?) - são poucos, e normalmente, já se acertaram com pessoas semelhantes. Sendo assim, de que maneira mais um virtuoso pode conseguir alguém à altura? Será que algum dia vou conseguir? Até quando será que vou me deparar com filhos-da-puta pela frente?
Fico me perguntando se eu pertenço realmente a este lugar. Será?
Pertenço à uma raça de filhos-da-puta. Os virtuosos - como eu(?) - são poucos, e normalmente, já se acertaram com pessoas semelhantes. Sendo assim, de que maneira mais um virtuoso pode conseguir alguém à altura? Será que algum dia vou conseguir? Até quando será que vou me deparar com filhos-da-puta pela frente?
Fico me perguntando se eu pertenço realmente a este lugar. Será?
sábado, 26 de dezembro de 2009
Beijos, (não) me liga.
Ho Ho Ho, Papai Noel chegou. Feliz Natal a todos! Espero que todos tenham recebido seus devidos e merecidos presentes...
Meu post de Natal (que escrevo no dia 26, agora que os 15 membros da minha família já não se encontram mais na minha casa) vai ser curto e grosso.
Sabe quando você cansa? Então, cansei. Sabe o que isso significa?
Beijos, (não) me liga.
Meu post de Natal (que escrevo no dia 26, agora que os 15 membros da minha família já não se encontram mais na minha casa) vai ser curto e grosso.
Sabe quando você cansa? Então, cansei. Sabe o que isso significa?
Beijos, (não) me liga.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
O Início (de tudo)
Aqui começo minha viagem. Aqui começa a sua viagem em minhas palavras também. Minha primeira postagem, a primeira idéia a deixar o conforto de minha cabeça e cair na tela do computador, no mundo da internet. Onde todos poderão compartilha-lá e tomar conhecimento dela.
Enfim, pulemos o blá-blá-blá de primeira postagem. Gosto de ir direto ao assunto. E assunto, como não poderia deixar de ser, é o momento. Meu momento atual, minha situação. Esta que parece ser tranqüila como sempre - do jeito que eu gosto de encarar as coisas sempre -, e ao mesmo tempo, turbulenta. Cheia de dúvidas.
Há quase 1 mês atrás, passei por uma mudança. Uma mudança em meus sentimentos, em meu dia-a-dia, em meu humor, na minha maneira de acordar e dormir. Isso tudo graças a você. Sim, você. Você vai saber que estou falando de você quando ler (e se ler) este texto. Você sabe que estou falando de você, pois você sabe o que representou, e representa, pra mim. Você sabe o que causou em mim. A euforia, a emoção, a paixão, o calor, o tesão. Sentimentos diversos, semelhantes, ou não.
Por que será que nos encontramos? Por que será que nos conhecemos? Não sabemos nem exatamente quando foi, e como foi, mas aconteceu. E tudo começou a fluir tão tranqüilamente, tão naturalmente, que nem ao menos parecia um encontro. Não parecia um encontro de duas pessoas desconhecidas. Parecia duas coisas: um reencontro, ou o encontro de duas pessoas que, aparentemente, se esperavam.
Foi então que o desenrolar natural dos fatos, como não poderia ser diferente, começou a deixar suas marcas. Coisas novas para você, e coisas das quais eu já não me lembrava mais, acontecendo comigo. Palavras, gestos e olhares. Expectativas, também, naturalmente. Mas nem todas as coisas acontecem como nós esperamos e planejamos. E é aí que começaram os problemas.
Como é difícil lidar com pessoas diferentes, não é? Cabeças diferentes, opiniões diferentes. Eis o verdadeiro mistério da vida. As diferenças e como lidar com elas. É por isso que digo: sim, somos diferentes. Por quê? Porque somos pessoas diferentes. Temos cabeças diferentes, opiniões diferentes. Mas uma vez que aprendemos a lidar com tais diferenças, podemos conviver em paz e tranqüilidade com os outros. Assim, passamos a pensar "somos diferentes!" aos invés de "somos diferentes." Eis o ponto.
Hey, você. Sua cabeça pode estar confusa. Você pode estar concordando comigo, ou não. Mas sei que você entendeu o que eu quis dizer. Somos diferentes. Eu sou exagerado, homem de emoções, de nervos, de palavras e gestos fortes. Eu marco, e sei que já fiz minha marca em você. Sei que você está assustado e tão confuso quanto eu, mas, não tente apagá-la. Não apague esta marca. Cuide dela, cultive-a. Por mais que ela lhe pareça ameaçadora, ela não passa de um gesto de carinho. Mesmo que esta marca se assemelhe à uma ferida, esta seria feita com carinho, e sem nenhum objetivo de lhe machucar. E, se ela existe, estou disposto a fazê-la cicatrizar.
Mas eu sou teimoso. Às vezes custo a entender que as coisas não funcionam à minha maneira. Sou teimoso, e muitas vezes, egoísta. Mas sabe, acho que você tem esse poder de me fazer perceber. Talvez nem você mesmo acredite nesse poder. Ou talvez, você não queira exercê-lo, por não imaginar que ele pode trazer benefícios a nós. Sim, a nós. Se queremos continuar com a convivência pacífica e harmoniosa, é importante que nos encaixemos.
Mas aí, entro em uma outra questão. Será que você quer isso? Às vezes penso que sim, e em outras vezes, tenho dúvidas. Pois sei que você não é adepto da mesa posta e farta. Sei que você e sua barba por fazer, preferem o risco, o perigo, a insensatez, e etc. Talvez por medo. Por nunca haver provado de banquete posto, servido com dedicação. Aquele que nos sacia a fome e nós faz lamber os lábios. Que, de tanta satisfação que nos traz, nos dá vontade de arrotar, um arroto alto, sem educação, pelo simples gosto de compartilhar aquela satisfação gerada.
Agora basta de metáforas gastronômicas. Quero falar diretamente com você, com palavras nuas e cruas. E o principal que tenho a dizer é: não tenha medo. Não pense demais. Sei que talvez você tenha torcido o nariz agora, ou desviado o olhar. Sei que você gosta de pensar, de calcular, de planejar. Eu também gosto de fazer isso. Mas agora te peço, não pense. Alguns pensamentos nos trazem medos.
E agora, quero que você me dê a mão. Quero que você segure minha mão, como fez em várias ocasiões, caminhando firmemente ao meu lado, sem medo de tropeçar. Segura na minha mão! Aperta, com força! Deixe o medo ir embora. Deixe as dúvidas se espalharem no ar como fumaça de carvão mineral, compacta e espessa, que voa para longe. Se quero segurar suas mãos, é por que quero caminhar ao seu lado. Mesmo que ainda não esteja acompanhando seus passos - muitos longos e determinados -, estou disposto a correr atrás.
Bom, acho que já perdi o número de linhas que estou escrevendo. Para não ser mais pedante, quero concluir. E nesta conclusão, deixo minha idéia central: fique ao meu lado. Vamos encarar as coisas juntos. Não quero que você se sinta invadido. Apenas quero que você perceba que tem uma pessoa ao lado que está se importando com você. Que quer te ajudar, que quer conviver com você. E não estou falando só de amor, de paixão, pois sei que temos mais a oferecer um ao outro do que simplesmente tais sentimentos. Podemos nos relacionar e construir. Sei que você, como bom geminiano dualista, nem sempre está pensando hoje, o mesmo que estava pensando ontem. Mas espero que a idéia central passe a habitar na linha tênua que divide suas idéias ambíguas e conflitantes.
É, você me conquistou. E espero que perca o medo de compartilhar suas coisas com alguém. Pois eu não sou um simples alguém. Sou aquele que quer levar decoração de natal pra dentro da sua casa. Sou aquele que, de maneira intensa, mostrou o quanto gosta de você, e fez você sentir coisas inéditas. Nem todas foram boas, mas espero que as melhores fiquem no topo. Mas uma coisa posso te garantir: você tem alguém que lhe gosta muito.
Aliás, não me importo em ser boy. O seu boy. Pois agora isso soa pra mim de maneira diferente. À sua maneira.
Enfim, pulemos o blá-blá-blá de primeira postagem. Gosto de ir direto ao assunto. E assunto, como não poderia deixar de ser, é o momento. Meu momento atual, minha situação. Esta que parece ser tranqüila como sempre - do jeito que eu gosto de encarar as coisas sempre -, e ao mesmo tempo, turbulenta. Cheia de dúvidas.
Há quase 1 mês atrás, passei por uma mudança. Uma mudança em meus sentimentos, em meu dia-a-dia, em meu humor, na minha maneira de acordar e dormir. Isso tudo graças a você. Sim, você. Você vai saber que estou falando de você quando ler (e se ler) este texto. Você sabe que estou falando de você, pois você sabe o que representou, e representa, pra mim. Você sabe o que causou em mim. A euforia, a emoção, a paixão, o calor, o tesão. Sentimentos diversos, semelhantes, ou não.
Por que será que nos encontramos? Por que será que nos conhecemos? Não sabemos nem exatamente quando foi, e como foi, mas aconteceu. E tudo começou a fluir tão tranqüilamente, tão naturalmente, que nem ao menos parecia um encontro. Não parecia um encontro de duas pessoas desconhecidas. Parecia duas coisas: um reencontro, ou o encontro de duas pessoas que, aparentemente, se esperavam.
Foi então que o desenrolar natural dos fatos, como não poderia ser diferente, começou a deixar suas marcas. Coisas novas para você, e coisas das quais eu já não me lembrava mais, acontecendo comigo. Palavras, gestos e olhares. Expectativas, também, naturalmente. Mas nem todas as coisas acontecem como nós esperamos e planejamos. E é aí que começaram os problemas.
Como é difícil lidar com pessoas diferentes, não é? Cabeças diferentes, opiniões diferentes. Eis o verdadeiro mistério da vida. As diferenças e como lidar com elas. É por isso que digo: sim, somos diferentes. Por quê? Porque somos pessoas diferentes. Temos cabeças diferentes, opiniões diferentes. Mas uma vez que aprendemos a lidar com tais diferenças, podemos conviver em paz e tranqüilidade com os outros. Assim, passamos a pensar "somos diferentes!" aos invés de "somos diferentes." Eis o ponto.
Hey, você. Sua cabeça pode estar confusa. Você pode estar concordando comigo, ou não. Mas sei que você entendeu o que eu quis dizer. Somos diferentes. Eu sou exagerado, homem de emoções, de nervos, de palavras e gestos fortes. Eu marco, e sei que já fiz minha marca em você. Sei que você está assustado e tão confuso quanto eu, mas, não tente apagá-la. Não apague esta marca. Cuide dela, cultive-a. Por mais que ela lhe pareça ameaçadora, ela não passa de um gesto de carinho. Mesmo que esta marca se assemelhe à uma ferida, esta seria feita com carinho, e sem nenhum objetivo de lhe machucar. E, se ela existe, estou disposto a fazê-la cicatrizar.
Mas eu sou teimoso. Às vezes custo a entender que as coisas não funcionam à minha maneira. Sou teimoso, e muitas vezes, egoísta. Mas sabe, acho que você tem esse poder de me fazer perceber. Talvez nem você mesmo acredite nesse poder. Ou talvez, você não queira exercê-lo, por não imaginar que ele pode trazer benefícios a nós. Sim, a nós. Se queremos continuar com a convivência pacífica e harmoniosa, é importante que nos encaixemos.
Mas aí, entro em uma outra questão. Será que você quer isso? Às vezes penso que sim, e em outras vezes, tenho dúvidas. Pois sei que você não é adepto da mesa posta e farta. Sei que você e sua barba por fazer, preferem o risco, o perigo, a insensatez, e etc. Talvez por medo. Por nunca haver provado de banquete posto, servido com dedicação. Aquele que nos sacia a fome e nós faz lamber os lábios. Que, de tanta satisfação que nos traz, nos dá vontade de arrotar, um arroto alto, sem educação, pelo simples gosto de compartilhar aquela satisfação gerada.
Agora basta de metáforas gastronômicas. Quero falar diretamente com você, com palavras nuas e cruas. E o principal que tenho a dizer é: não tenha medo. Não pense demais. Sei que talvez você tenha torcido o nariz agora, ou desviado o olhar. Sei que você gosta de pensar, de calcular, de planejar. Eu também gosto de fazer isso. Mas agora te peço, não pense. Alguns pensamentos nos trazem medos.
E agora, quero que você me dê a mão. Quero que você segure minha mão, como fez em várias ocasiões, caminhando firmemente ao meu lado, sem medo de tropeçar. Segura na minha mão! Aperta, com força! Deixe o medo ir embora. Deixe as dúvidas se espalharem no ar como fumaça de carvão mineral, compacta e espessa, que voa para longe. Se quero segurar suas mãos, é por que quero caminhar ao seu lado. Mesmo que ainda não esteja acompanhando seus passos - muitos longos e determinados -, estou disposto a correr atrás.
Bom, acho que já perdi o número de linhas que estou escrevendo. Para não ser mais pedante, quero concluir. E nesta conclusão, deixo minha idéia central: fique ao meu lado. Vamos encarar as coisas juntos. Não quero que você se sinta invadido. Apenas quero que você perceba que tem uma pessoa ao lado que está se importando com você. Que quer te ajudar, que quer conviver com você. E não estou falando só de amor, de paixão, pois sei que temos mais a oferecer um ao outro do que simplesmente tais sentimentos. Podemos nos relacionar e construir. Sei que você, como bom geminiano dualista, nem sempre está pensando hoje, o mesmo que estava pensando ontem. Mas espero que a idéia central passe a habitar na linha tênua que divide suas idéias ambíguas e conflitantes.
É, você me conquistou. E espero que perca o medo de compartilhar suas coisas com alguém. Pois eu não sou um simples alguém. Sou aquele que quer levar decoração de natal pra dentro da sua casa. Sou aquele que, de maneira intensa, mostrou o quanto gosta de você, e fez você sentir coisas inéditas. Nem todas foram boas, mas espero que as melhores fiquem no topo. Mas uma coisa posso te garantir: você tem alguém que lhe gosta muito.
Aliás, não me importo em ser boy. O seu boy. Pois agora isso soa pra mim de maneira diferente. À sua maneira.
Assinar:
Postagens (Atom)